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Manifesto

Cuidar do imóvel de um idoso é cuidar de quem você ama

Na maioria das famílias, o desejo é um só: que o pai, a mãe, o avô ou a avó permaneçam em casa, com autonomia, segurança e dignidade, pelo maior tempo possível. O que muitas vezes passa despercebido é que o imóvel onde esse idoso vive pode ser, ao mesmo tempo, abrigo e risco.
 

Quedas dentro de casa são hoje uma das principais causas de internação de pessoas idosas no Brasil. Não acontecem por descuido, mas porque muitos imóveis foram projetados para uma fase da vida em que subir degraus, escorregar em pisos lisos ou usar banheiros estreitos não representava perigo. Com o passar do tempo, o corpo muda e a casa precisa mudar junto.
 

É exatamente por isso que o poder público está avançando em políticas específicas para habitação adaptada para pessoas com 60 anos ou mais. Projetos de lei em fase final de tramitação reconhecem algo muito importante: adaptar a moradia é uma forma de prevenção em saúde, não um luxo nem um gasto desnecessário.
 

Essas políticas preveem financiamentos e subsídios públicos para reformas simples, mas extremamente eficazes, como:

  • instalação de barras de apoio

  • substituição de pisos escorregadios

  • melhoria da iluminação

  • adaptação de banheiros, portas e circulação interna

  • rampas e acessos seguros
     

O objetivo é claro: reduzir riscos de acidentes domésticos, preservar a autonomia do idoso e evitar internações longas, dolorosas e custosas, tanto para a família quanto para o sistema de saúde.
 

Mas há um ponto essencial que muitas famílias ainda não perceberam:

  • Para que o idoso possa ter acesso a essas políticas públicas, o imóvel precisa estar regularizado.

 

Os próprios projetos de lei deixam isso explícito ao exigir:

  • comprovação da posse ou propriedade

  • documentação mínima do imóvel

  • laudo técnico emitido por profissional qualificado, justificando as adaptações necessárias
     

Ou seja, quem deixa para pensar nisso apenas depois de uma queda, de uma emergência ou de uma internação, geralmente perde tempo, oportunidades e recursos.
 

Iniciar agora um processo de regularização e adequação do imóvel não significa que o idoso esteja em situação de fragilidade. Significa exatamente o contrário: é um ato de planejamento, cuidado e responsabilidade familiar.
 

Regularizar, adaptar, planejar ou trocar de imóvel é proteger o futuro de quem você ama, ou o seu próprio.

 

Quando a família se antecipa:

  • diminui riscos imediatos

  • aumenta o conforto diário do idoso

  • valoriza o imóvel

  • facilita o acesso a financiamentos e programas públicos

  • evita decisões urgentes tomadas em momentos de crise
     

Mais do que cumprir uma exigência legal, esse processo representa um compromisso com algo muito maior:

  • o direito de envelhecer em casa, com segurança, autonomia e respeito.

 

Cuidar da documentação e da adaptação do imóvel hoje é, na prática, evitar dores amanhã. É transformar a casa em um espaço verdadeiramente preparado para a longevidade.

 

Além disso e em certos casos, é uma forma de garantir que o idoso possa ter seu imóvel adaptado com auxílio de políticas públicas, quando estiverem plenamente disponíveis.

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